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quarta-feira, março 24, 2010

sábado, fevereiro 06, 2010

Mergulhando de cabeça no universo BDSM para escrever minha próxima matéria! Estou aprendendo tantas coisas... É isso o que eu mais amo na minha profissão, a chance de conhecer coisas novas a cada dia e, principalmente, sem nenhum tipo de juízo de valor!

quinta-feira, maio 15, 2008

É cada notícia que me aparece. Vejam essa, da Reuters:


Museu islandês exibe coleção de pênis, dos maiores aos menores
Por Bob Strong
Falta a Sigurdur Hjartarson um pênis humano. Mas o islandês não parece preocupado com isso: quatro homens prometeram doar-lhe seus órgãos genitais quando morrerem.
Hjartarson é o fundador e proprietário do Museu Falológico Islandês, que oferece aos visitantes do mundo todo uma visão mais detida a respeito do que há de grande e de pequeno em termos do órgão sexual masculino.
A coleção dele começou a ser formada em 1974, com um único pênis de boi que se parece com um chicote de equitação -- hoje, o islandês reúne 261 órgãos preservados de 90 espécies diferentes.
O maior deles, de uma baleia cachalote, pesa 70 quilos e possui 1,7 metro de comprimento. O menor, o osso peniano de um hamster, com apenas 2 milímetros de comprimento, precisa de uma lente de aumento para ser visto.
Uma ausência que salta aos olhos é a espécie humana. Mas isso deve ser sanado em breve, já que um alemão, um norte-americano, um islandês e um britânico prometeram doar seus órgãos genitais quando morrerem, segundo certificados exibidos pelo museu.
O norte-americano, Stan Underwood, 52, forneceu uma descrição por escrito de seu pênis -- apelidado de "Elmo" -- para ficar exposta ao lado de uma reprodução em tamanho natural, em borracha, do membro, além da promessa de doação.
Segundo Hjartarson, o doador islandês, um morador de 93 anos de idade de Akureyri (cidade próxima de Husavik, onde fica o museu), foi um conquistador na juventude e está convencido de que a exposição de seu pênis lhe trará fama eterna.
Mas a vaidade pode fazer com que repense a oferta. "Ele afirmou recentemente que seu pênis vem encolhendo com a idade e ele está preocupado com a possibilidade de não fazer uma boa figura no museu", afirmou Hjartarson.
A exibição, inaugurada em Reykjavik em 1997, hoje fica no vilarejo de Husavik, 480 quilômetros a nordeste da capital islandesa.
Aberta aos visitantes de maio a setembro, a coleção fica em um prédio marrom cuja entrada pode ser identificada por um falo enorme colocado perto da porta e o símbolo no formato de um pênis logo acima.
Um crescente número de pessoas vindas de várias partes do mundo comparece ao local a cada ano, e 60 por cento delas são mulheres.
"Tivemos 6.000 visitantes no verão passado e, no final, acabamos tendo lucro", disse Hjartarson.
Os pênis, doados em sua maioria por pescadores, caçadores e biólogos, ficam dentro de jarros de vidro preenchidos com formol. Ou ficam dependurados nas paredes após passarem por um processo de ressecamento, criando uma atmosfera que lembra a de um laboratório misturado com uma sala de troféus.
Hjartarson afirma que começou a colecionar os pênis 24 anos atrás, quando trabalhava como administrador de uma escola, nem de longe imaginando que um dia seria dono de um museu dedicado ao assunto.
"Aquilo era apenas um hobby", disse, acrescentando que a coleção ficou relegada ao escritório dele até a criação do museu.
Hjartarson adota uma postura algo jocosa a respeito de sua coleção algo delicada, afirmando que um pouco de senso de humor e de inteligência são necessários para apreciar os itens à mostra.
"Espero que os visitantes saiam do museu com uma disposição de ânimo melhor do que quando chegaram", disse.

domingo, novembro 25, 2007

Curso Abril de Jornalismo

Fui selecionada para a segunda etapa do Curso Abril de Jornalismo. Yupi!!! Amanhã é a entrevista e nem preciso dizer que o coração está a mil né? Me peguei relendo o texto que escrevi na primeira fase: "Quem sou eu e porque escolhi o jornalismo" e sabem de uma coisa? Me peguei me emocionando comigo mesma. Consegui, realmente colocar tudo o que sinto e sou nessas palavras aí embaixo:
Mineira de Belo Horizonte. Libriana típica: um pouco indecisa, mas que quando decide o que quer, corre atrás com toda garra. Conciliadora, diplomática, sempre pronta para ouvir o que o outro tem a dizer, mas ao mesmo tempo, um pouco impaciente para quem tenta se fazer de vítima ou fica acomodado, sem querer sair do lugar. Gosto de movimento. As mudanças me assustam em muitos casos, mas no fundo, vivo em busca delas.
Desde pequena, em casa, fui incentivada a buscar o meu espaço, a defender o meu ponto de vista, a fazer escolhas. Balé, natação, ginástica olímpica... Música, livros e filmes sempre fizeram parte do ambiente familiar. Ler... ler muito... mergulhar nas histórias, desde O Menino Maluquinho, passando pelos clássicos infantis como Cinderela e Branca de Neve, o Sítio do Pica Pau Amarelo até A Menina que Roubava Livros, nos dias de hoje. Um prazer que me acompanha há uns 18 anos pelo menos, desde que aprendi a ler.
Se a paixão pela leitura, e por histórias no geral, me acompanha desde a infância, a pela escrita foi surgindo aos poucos, mas tão arrebatadora como a primeira. Amo escrever. Ver as palavras ganhando vida no papel expressando, muitas vezes, aquilo que não consigo falar.
Sou alguém que ama. Alguém que não sabe viver sem esse sentimento e, talvez por isso, muitas vezes a vida se torne tão sofrida. Não falo de um amor apenas carnal, mas de amor pela vida, pelas coisas, pela natureza, pelo desconhecido. Em tudo o que faço tem um pouco de amor; se não fosse assim não conseguiria fazê-lo.
Amo minha família, meus sobrinhos lindos. Amo meu avô que se foi há tanto tempo, mas que até hoje dói. Amo as muitas “Tatianas” que há em mim. Sou muitas, assim como Clarice Lispector e, talvez por isso, me identifico tanto com ela. Às vezes penso que gostaria de mudar algumas coisas em cada uma delas, mas aí me dou conta de que tudo isso me torna o que sou. Clarice dizia que “até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro”. Concordo com ela. Claro que se é algo que nos prejudica devemos tentar mudar, mas no geral, a maioria de nossos defeitos não são tão graves como enxergamos. Acredito que precisamos é ser um pouco menos críticos com nós mesmos. Pelo menos eu preciso.
Amo a sensação de saber que sou capaz de amar e de me sentir amada. Amo meus amigos. Minha vida não seria a mesma sem cada um deles, perto ou longe... nos momentos de alegria ou de tristeza.
Amo ouvir música e me deixar invadir pela melodia. Simplesmente amo a vida. Amo o passado e as pessoas que fizeram parte dele. Amo o presente e o que faz parte dele e amo o futuro e todas as perspectivas que ele me traz.
Amo minha profissão e, hoje, não me vejo em outra. Mas o jornalismo não foi minha primeira opção. Quando acabei o segundo grau tinha certeza de que queria ser física. Enquanto todos me chamavam de louca eu fui, encarei o vestibular e acabei sendo chamada na UFF. Cursei três semestres e foi o suficiente para ver que, apesar de adorar o assunto, não era aquilo que eu queria fazer o resto da minha vida.
Pensei muito e percebi que o jornalismo era a minha opção. Afinal, escrever fazia parte da minha rotina. Sempre escrevi muito, cartas para os amigos, mesmo aqueles que estavam muito perto, textos sobre as pequenas coisas que acontecem ao meu redor... Além disso, o jornalismo dá a oportunidade de coisas diferentes a cada dia, de contato com pessoas e lugares diferentes. E essa perspectiva sempre me encantou.
Por outro lado, nunca encarei o jornalismo como uma profissão “glamourosa”, que me daria acesso a tudo e a todos, nem como uma arma para mudar o mundo. Mas acredito que podemos, através de nossas matérias, tocar as pessoas, mostrar histórias, ações, denunciar quando for preciso e possível e, dessa forma, dar ferramentas para que as pessoas olhem os fatos de um modo crítico e tirem suas próprias conclusões.



quinta-feira, agosto 23, 2007

Meu Deus, que loucura!

Olha só a matéria divulgada pela BBC Brasil.com Fico imaginando o repórter indo cobrir essa matéria. Triste, mas meio inusitado né?!

Camelo mata australiana após tentar "se acasalar"

Uma australiana de 60 anos foi morta por seu camelo de estimação no fim de semana, após o animal ter aparentemente tentado manter relações sexuais com ela. A mulher foi encontrada morta na fazenda da família, no Estado australiano de Queensland, por volta das 18h30 de sábado.

O camelo teria jogado a mulher ao chão, pisoteado e depois sentado sobre ela, no que a polícia descreveu como “comportamento de acasalamento animal”. A mulher, que gostava de animais exóticos, tinha ganho o camelo como presente da família pelo seu 60º aniversário, neste ano.

Ameaçadores

O camelo tinha apenas 10 meses de idade, mas já pesava 152 quilos e já tinha chegado várias vezes perto de sufocar um bode de estimação da família com o mesmo comportamento. No sábado, a mulher aparentemente se tornou o objeto do desejo do camelo. Os camelos jovens não são normalmente agressivos, mas podem se tornar ameaçadores se tratados e criados como animais de estimação.

quarta-feira, junho 20, 2007

Qual o próximo passo?

Sensação estranha no ar. As aulas acabaram. Passei quatro anos esperando por esse dia e quando ele finalmente chegou me sinto sem rumo. Me perguntando e agora, qual o próximo passo?

Estranho pensar que não nos veremos mais todos os dias, que por mais que combinemos de manter contato, esses serão cada vez mais esporádicos porque, daqui pra frente, cada um vai seguir em uma direção.

Me sinto meio paralizada. Sem saber o que fazer com esse jornalismo que entrou na minha vida de forma arrebatadora. Tenho certeza de que não poderia ser outra coisa, mas agora, que finalmente sou uma jornalista me pergunto o que fazer com isso? E se não arrumar emprego, o que devo fazer?

Perguntas mil, medos e a sensação de que, pelo menos dessa vez, não devo me desesperar, pelo menos, não agora. Quem sabe algumas das coisas que venho tentando não me surpreende positivamente?

segunda-feira, setembro 26, 2005

Contagem Regressiva

Falta exatamente 1 mês para a minha ida para o Rio. Dia 26 de outubro, à meia noite eu embarco. Serão quatro dias de felicidade extrema, porque cá entre nós, é impossível ficar infeliz no Rio. Por mais que vejamos coisas que não gostaríamos, mas a cidade maravilhosa tem um dom de elevar o nosso humor, de nos deixar mais soltos, mais alegres. Pelo menos comigo é sempre assim! Estou bem ansiosa pelo Congresso, deve ser bem interessante e a rota de passeios também já está gigante, até parece que nunca foi ao Rio. Mas é que vou com dois colegas da faculdade que não conhecem e elegeram quem de guia? Eu, é claro!!! Eles que me aguardem...